segunda-feira, 23 de abril de 2012

O poema do Nada





Independentemente
Da substância
A correr pelo sangue,
O tempo corrói.
Nada é mais democrático
Do que a decadência.

Não chore.
Nada  seremos em breve
Em breve nada seremos
o nada é ato
fato, foto e fátuo  






Eis me na Terra do Nunca
sem nada nas mãos
as nuvens e os sonhos
o mortos e os fantasmas
translação no mar
a nau pra nada à vaguear











3 comentários:

  1. Auuuuuuuuuu!O Lobo Sávio voltou a cantar..Gostei.Muito bom.Abraços poéticos.

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  2. tanks, tom.

    meu irmão, por onde andastes, velho A&V. que bom revê-lo.

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